A primeira versão deve concentrar as funcionalidades necessárias para resolver o núcleo do problema e permitir uso real. Itens de menor impacto, exceções pouco frequentes ou melhorias que podem esperar são avaliados separadamente.
Essa priorização é feita com o cliente, combinando importância para o negócio, dependências técnicas, risco e esforço. O objetivo é evitar tanto uma versão incompleta quanto um projeto inicial inflado por funcionalidades que ainda não provaram necessidade.
Os critérios podem incluir impacto no processo, dependências técnicas, frequência de uso, risco, esforço e necessidade de aprendizado. A versão inicial não precisa ser “pequena” a qualquer custo; ela precisa ser coerente, utilizável e sustentável. Em alguns projetos, o mínimo necessário já é uma estrutura relativamente ampla.