Não. Uma boa base técnica pode permanecer válida por bastante tempo, mas o ambiente de busca muda. Concorrentes publicam conteúdo, páginas novas entram no índice, interesses do público mudam e o próprio site evolui.
Parte do trabalho é estrutural e pode durar bastante: arquitetura, padrões técnicos e correções de indexação. Outra parte é contínua porque o próprio negócio muda, surgem novas páginas, concorrentes evoluem e os mecanismos de busca alteram a forma de interpretar conteúdo.
A frequência de acompanhamento não precisa ser igual para todas as empresas. Um site institucional estável pode exigir revisões periódicas; uma operação de conteúdo ou e-commerce competitivo pode justificar análise mais frequente. O importante é tratar SEO como capacidade do ativo digital, não como uma configuração única feita no lançamento.