Sim. Não é necessário descartar um ativo apenas porque ele foi desenvolvido por outra empresa ou utiliza outra plataforma.
A primeira etapa é entender qualidade técnica, limitações, acessos, documentação e objetivos atuais. A partir daí, pode ser mais adequado fazer melhorias pontuais, integrar novos recursos, migrar a base ou reconstruir partes específicas. Preservar o que funciona costuma ser melhor do que recomeçar sem motivo.
Antes de decidir, é feita uma avaliação da base: tecnologia, acessos, qualidade do código, conteúdo, integrações, desempenho e riscos de manutenção. A partir disso, é possível separar o que está saudável do que realmente limita o projeto.
Preservar um ativo existente pode economizar investimento e reduzir risco, especialmente quando há histórico de SEO, catálogo ou integrações funcionando. Reconstrução é indicada quando oferece benefício concreto, não apenas porque uma tecnologia nova está disponível.