A medição começa com a pergunta: o que precisa melhorar? Dependendo do projeto, isso pode significar menos trabalho manual, menos erros, mais velocidade, mais conversões, melhor disponibilidade ou maior capacidade operacional.
A partir daí, são escolhidos indicadores observáveis e fontes de dados. Nem todo benefício é perfeitamente mensurável, mas é importante evitar métricas de vaidade que não ajudam a decidir. O acompanhamento deve apoiar priorização e evolução da solução.
Bons indicadores precisam ser acionáveis. Se um número muda, a equipe deve conseguir interpretar o que isso sugere e decidir se alguma ação é necessária. Por isso, quantidade de acessos ou tarefas executadas só é útil quando está relacionada ao objetivo.
Em automações, pode ser tempo poupado ou taxa de erro; em sistemas, adoção e tempo de processo; em sites, conversão e uso; em integrações, falhas e latência. A definição deve acontecer cedo o suficiente para que a solução capture os dados necessários.