Não. A troca de dados deve acontecer na frequência que o processo realmente exige. Nem toda informação precisa ser sincronizada instantaneamente.
Tempo real é útil quando a demora entre sistemas afeta a operação, como disponibilidade de estoque, autorização de uma ação ou acompanhamento de um evento crítico. Em outros cenários, sincronizações a cada poucos minutos, por hora ou em lotes noturnos podem ser suficientes e mais simples de manter.
A escolha influencia custo, arquitetura e tratamento de falhas. Quanto menor a tolerância a atraso, maior tende a ser a exigência de disponibilidade e monitoramento. Por isso, a pergunta correta não é apenas “podemos integrar em tempo real?”, mas quanto atraso o negócio realmente tolera?