Boas candidatas à automação costumam ser tarefas frequentes, repetitivas, baseadas em regras e que consomem tempo ou geram erros quando executadas manualmente.
Boas candidatas costumam combinar volume, repetição e regras relativamente estáveis. Também vale observar tarefas que consomem muito tempo, geram erros de digitação, dependem da transferência de dados entre sistemas ou atrasam outras etapas do processo.
- Quantas vezes a tarefa acontece?
- Quanto tempo ela consome?
- Quais erros são comuns?
- As regras são claras?
- Existem exceções frequentes?
- Os sistemas envolvidos permitem integração?
A prioridade deve considerar impacto e viabilidade. Às vezes, automatizar uma etapa pequena e bem definida gera mais valor do que tentar redesenhar todo o processo de uma vez.